sexta-feira, 20 de março de 2009

Prêmio SESC de Literatura 2008

Estimados participantes do Prêmio SESC de Literatura 2008,

É com muita emoção que encaminho o resultado, que saiu ontem à noite.
Finalmente o Prêmio SESC de Literatura chegou aqui! Ele já tinha passado bem pertinho algumas vezes e agora veio consagrar a nossa cidade e mostrar que aqui no Planalto Central, além de tudo, temos muitos talentos literários.
Confiram relação dos pré-selecionados, membros das comissões julgadoras e entrevista com os vencedores no site http://www.sesc.com.br/.

Parabéns pelo primeiríssimo lugar ao Sergio Leo de Almeida, na categoria Contos.

E parabéns aos participantes que tiveram os seus trabalhos pré-selecionados.

Cláudio Jaloretto,
José Geraldo Campos Trindade,
Hilda das Graças de Oliveira Curcio,
Marcello Cabral de Souza e
Raimunda Gomes de Oliveira.

O DF destacou-se, especialmente, na categoria contos e se as minhas contas estiverem corretas BA e SP ficaram empatados em primeiro lugar, com 9 indicações nos pré-selecionados, seguidos por DF e GO, empatados com 6 indicações. O resultado é inédito e motivo para nos cobrir de orgulho e felicidade.


Cordiais abraços,
Aline Monteiro

Bibliotecária do SESC Estação 504 SulEQS 504/505 Bloco A, 1º andarCEP 70338-570 Brasília - DF Tel (61) 3217-9109Fax (61) 3225-3808http://www.sescdf.com.br/

P.S.
Raimunda Gomes de Oliveira, por caso, é esta que assina este blog., mas, por favor, me chamem de Rai.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Os sofrimentos do "neo"-Escritor

Então resolvi relatar o sofrimento do "jovem" escritor ou "neo" escritor, como queira. Mas os dias passaram e aquela sensação de angustia que experimentei quando entreguei meu livro (na verdade um exemplar de "No Tempo em que Cobra Tinha Asas", coletânea de contos da qual faço parte) à famosa escritora, colunista, crítica de um famoso jornal se evaporou.
Lembro-me que lhe entreguei o exemplar com uma dedicatória beirando o bajulatório: "querida e linda B." lembrando-me da reação que tive quando li a dedicatória simples que a escritora Ana Miranda me escreveu: "À linda Rai". Pronto, a escritora acertou em cheio. Naquele momento, descobri que não é necessário escrever muito para conquistar a simpatia de alguém. E como ainda não conheci um ser humano que não seja vaidoso, tasquei aquelas palavras.
A grande crítica me recebeu com um sorriso e depois de folhear o livro por segundos vi que ela o pôs de lado. Provavelmente a grande crítica está ocupada com um dos clássicos da literatura ou com um escritor da moda e largou o livro, que lhe dediquei com tanta esperança, em algum canto de sua casa ou do escritório e nem sequer leu uma página.
Então, depois de tamanha injustiça, tive que apelar para as forças divinas e inclusive acendi uma vela. Acendi uma vela para Tom Jobim, que é meu advogado perante Deus.
Deus, naturalmente, gosta muito da música de Tom Jobim, e entre um copo de Chivas de 18 anos e uma agua de coco, pede para o Tom tocar mais uma. O Tom responde assim: - Tudo bem, Grande, mas tem que ajudar a Rai!
E assim, a pedido de Tom, Deus vai me ajudando.

segunda-feira, 9 de março de 2009

A eterna miragem

O livro "O Velho e o Mar" de Ernest Hemingway nos faz pensar na felicidade como uma eterna miragem. Ela está sempre diante de nossos olhos, mas, como o tempo presente, jamais pode ser apanhada.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Os sofrimentos do "jovem" Escritor

Escreverei sobre o tema em breve, por pura falta de tempo, deixo para depois.